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A Igreja Envia Ajuda Humanitária para o Chifre da África

agosto 15, 2011 by  
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A maior seca dos últimos 50 anos no Chifre da África colocou mais de 11,5 milhões de pessoas em situação de emergência. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias está trabalhando com várias outras organizações oferecendo ajuda.

Durante os últimos dois anos, o Chifre da África sofreu duas secas consecutivas, resultando em uma extrema escassez de alimentos na região. O relatório da Organização das Nações Unidas diz que mais de 11,5 milhões de pessoas foram gravemente afetadas pela seca que atingem a Somália, Quênia, Etiópia, Djibuti e Uganda.

Mais de dois milhões de crianças estão ameaçadas de ficarem sem alimentos, e o número de pessoas necessitadas deverá aumentar drasticamente uma vez que as condições climáticas não devem mudar no futuro próximo. As autoridades da ONU dizem que não há possibilidade de melhoria até o próximo ano.

Todos os missionários e os membros dos países afetados estão em segurança, portadores do sacerdócio, líderes locais, e outros voluntários dos serviços humanitários estão trabalhando com parceiros de confiança para coordenar a distribuição de ajuda na Somália, Etiópia e Quênia.

Causa e Efeito

Nate Leishman, um gerente do serviço de emergência do Serviço de Ajuda Humanitária da Igreja, citou algumas estatísticas que demonstram como o Chifre da África tem experimentado nos últimos dois anos uma queda da média de chuvas.

“As pessoas estão literalmente fugindo de suas áreas porque elas não conseguem encontrar comida ali”, disse ele.

A maioria das pessoas está deixando a Somália, onde condições de seca são particularmente mais agudas e ainda agravadas por distúrbios civis. A questão da segurança permanece um dos grandes desafios para os trabalhadores dos serviços humanitários.

O maior campo de refugiados do mundo em Dadaab, no Quênia, já está lotado, com aproximadamente 383.000 pessoas. Cerca de 70.000 vivem fora do complexo, devido à falta de espaço e suprimentos, com 1.300 chegando a cada dia.

Em Dollo Ado na Etiópia, outro campo de refugiados, recebe diariamente aproximadamente entre 1.000 e 1.500 pessoas que veem da Somália. Em janeiro deste ano um dos campos excedeu sua capacidade, com 38 mil pessoas. Outos três campos passou a abrigar cerca de 120.000.

Até o final do ano, Dana e Robin O’Crowley, diretores de ajuda humanitária da Igreja na Etiópia, estimam que Dollo Ado será a casa de 200.000 refugiados distribuídos em cinco acampamentos.

Dentro dessas verdadeiras cidades, os refugiados têm acesso a água, comida e suplementos nutricionais, porém aqueles que chegam depois de dias e às vezes semanas de viagem demoram até um mês para obter o registro e poderem assim entrar no acampamento.

“As pessoas chegam com suprimentos para apenas quatro ou cinco dias e devem esperar às vezes até três semanas para serem registrados” conta Sister O’Crowley.

No Quênia, os missionários de ajuda humanitária da Igreja Dick e Janet Tuttle comentam sobre os obstáculos que lidam diariamente, na tentativa de oferecer ajuda e aumentar a autoconfiança.

Qualquer auxílio para os campos devem ser coordenadas com uma das agências que gerenciam o acampamento, como as Nações Unidas, a UNICEF, ou o Programa Mundial de Alimentos. Além disso, a Igreja toma todos os cuidados necessários para que os fundos sagrados dedicados a esses projetos, sejam usados adequadamente e cheguem a aqueles que deles necessitam.

Esforços de Socorro da Igreja

Thabo Lebethoa é gerente de bem-estar da Área do Sudeste Africano da Igreja. Com base em Johanesburgo, na África do Sul, ele trabalha com os funcionários da Igreja e líderes, bem como organizações não governamentais, para avaliar a situação na Etiópia, Quênia e Somália.

Como parte de seus esforços de resposta a emergências, a Igreja está trabalhando em um pacote de ajuda humanitária.

O irmão Leishman confirmou que a Igreja irá coordenar com outras organizações a compra de alimentos diretamente na Etiópia, Quênia e Somália e depois os enviará para as áreas mais necessitadas. Ele estima que 70 por cento seja em alimentos, e os 30 por cento restantes sejam de medicamentos, compreendendo, suprimentos, saneamento e abrigo.

A Igreja está coordenando com vários grupos para chegar a tantas pessoas quanto possível, foi o que disse o irmão Leishman.

Além da ajuda humanitária a Igreja está enviando a esses países, alguns projetos humanitários para melhorar a qualidade de vida e aumentar a autoconfiança dos indivíduos. Os planos consistem em iniciativas de bem-estar, incluindo água potável, cuidados com a visão, atendimento odontológico, e distribuição de cadeiras de rodas.

Na Etiópia, por exemplo, o projeto O’Crowleys desenvolve projetos de perfuração de poços, instalação de bombas, e instalações sanitárias. Somente neste ano foram completados seis projetos que servem 350 mil pessoas, forneceram cadeiras de rodas para outras 250, e no treinamento de 1.800 pessoas em reanimação neonatal.

A melhor maneira de os membros ajudarem, diz o irmão Lebethoa, é através da contribuição feita na papeleta do dizimo no campo de a ajuda humanitária da Igreja.

Mantendo a Esperança em Tempos Difíceis

“O evangelho é muito importante, pois pode ajuda a elevar a consciência… naquilo que diz respeito à nossa responsabilidade enquanto pessoas ao procurar ajudar os pobres e os necessitados que estão entre nós”, disse o irmão Lebethoa.

“Como a fé e a crença são fortes nos Santos desta região – para lidar com as adversidades e o isolamento [e] o mínimo de apoio – e ainda assim ela é o centro de suas vidas, eles estão tentando ser tão obedientes e justos” esta é nossa impressão, escreveram em seu blog, em março.

No Quênia e na Etiópia, os voluntários de ajuda humanitárias da Igreja estão ajudando os membros e não membros da mesma forma a aprenderem a serem autossuficientes e a trabalharem para melhorar a sua qualidade de vida.

“Ensinar as pessoas a ajudarem a si mesmas, este é o nosso principal objetivo”, disse Elder Tuttle.

Mãos que Ajudam Mórmon Acham Alegria Embelezando o Brasil

agosto 13, 2011 by  
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Aproximadamente 120.000 Santos dos Últimos Dias, amigos e vizinhos, vestidos com a familiar veste amarela do projeto Mórmon Mãos que Ajudam, se reuniram em todo o Brasil, limpando, pintando e enchendo prateleiras de alimentos. O Dia Nacional de Ação Voluntária – Um sábado de Solidariedade foi realizado em 30 de julho de 2011 em todo o país sul Americano.

Membros brasileiros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias encontraram alegria e satisfação estando na vanguarda deste dia de serviço anual. Pelo segundo ano consecutivo, os voluntários foram envolvidos por meio do projeto Mórmon Mãos que Ajudam com vários outros projetos comunitários em todas as 26 capitais estaduais, do Distrito Federal e 180 outras cidades.

Mais de 6.000 voluntários foram mobilizados na luta contra a dengue, um vírus baseado em disseminação de doenças por mosquitos, através de uma campanha de educação de porta em porta. Em Santa Catarina, perto da costa brasileira, os voluntários reuniram cerca de 17 toneladas de alimentos para serem utilizados por instituições para as famílias carentes.

Voluntários do projeto Mórmon Mãos que Ajudam também facilitaram a doação de sangue para bancos de sangue local. Outros projectos incluíam limpeza de praias, pântanos, parques e praças públicas e também a distribuição de kits de recém-nascidos para os hospitais. Os kits para recém-nascidos consistia de fraldas de pano, sapatinhos de bebê, sabão, uma camisola e um cobertor.

As notícias da mídia fizeram uma ampla cobertura em todo o Brasil, com várias estações de televisão cobrindo os esforços em muitos dos projetos locais. A rede Globo, o principal canal de TV do Brasil, levou ao ar comerciais promocionais duas semanas antes do Dia Nacional de Ação Voluntária. Os anúncios de serviço público convidou todos os brasileiros a participar do projetos de limpeza da comunidade e de aprender mais sobre o projeto Mãos Que Ajudam. Nos últimos 11 anos, mais de 1,6 milhões de pessoas têm prestado serviços a vários projetos no Brasil. Além de embelezar o país, o principal objetivo é melhorar o país através de seu patrimônio número um, o povo brasileiro.

Cobertura da Imprensa do Projeto Brasil Mórmon Mãos que Ajudam:

Brasil – Jornal Hoje (Nacional): http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/v/dia-nacional-de-acao-voluntaria-movimenta-milhares-de-pessoas-no-pais/1581437/

Belo Horizonte – Jornal MGTV 1ª Edição:http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1581417-7823-MILHARES+DE+PESSOAS+PARTICIPAM+DO+DIA+NACIONAL+DE+ACAO+VOLUNTARIA,00.html

Vitória – Jornal ESTV: http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2011/07/voluntarios-fazem-mutirao-de-limpeza-na-grande-vitoria.html

Fortaleza – TV Globo – http://g1.globo.com/videos/ceara/v/voluntarios-ajudam-em-servicos-de-recuperacao-no-hospital-gonzaguinha-em-fortaleza/1581559/#/Todos%20os%20v%C3%ADdeos/page/4

Goiânia – Bom dia GO- http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1582529-7823-VOLUNTARIOS+REFORMAM+CENTRO+DE+REFERENCIA+EM+ASSISTENCIA+SOCIAL+EM+GOIANIA,00.html

Campo Grande – - Jornal MSTV 2ª Edição:http://g1.globo.com/videos/mato-grosso-do-sul/v/populacao-deve-ficar-atenta-na-luta-contra-dengue-em-ms/1581788/#/MSTV

Campo Grande – SBT -http://assuntospublicoscampogrande.blogspot.com/2011/08/campo-grande-ms-reportagem-tv-campo.html

Aracajú – Jornal SETV 1ª Edição:http://emsergipe.globo.com/mediacenter/index/tipo:buscadireta/modo:jornalmenu/chave:setv1/id:46373

Florianópolis – Jornal RBS - http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=2&contentID=196886&channel=47

Fortaleza-CE:http://www.opovo.com.br/app/opovo/fortaleza/2011/07/30/noticiafortalezajornal,2273818/acao-voluntaria-faz-reparos-no-gonzaguinha.shtml

http://www.jangadeiroonline.com.br/fortaleza/voluntarios-se-reunem-neste-sabado-para-participar-  do-dia-nacional-da-acao-voluntaria/

Líderes Mulçulmanos Expressam Gratidão ao Presidente Uchtdorf

agosto 10, 2011 by  
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Mais de 30 líderes muçulmanos do sul da Califórnia  se reuniram no Conselho  Mundial de Negócios em Los Angeles no dia 25 de Maio para ouvir os comentários do Presidente Dieter F. Uchtdorf.

Muitos dos muçulmanos foram agradecer ao Presidente Uchtdorf, segundo conselheiro na Primeira Presidência, pessoalmente pela amizade da Igreja SUD, com os muçulmanos e o apoio que sentem da igreja na luta contra o preconceito e a manutenção boa vontade.

O Presidente Uchtdorf originalmente conheceu alguns dos líderes após os acontecimentos de 11 de setembro de 2001. Ele estava servindo na época como presidente de Área da região Oeste da América do Norte de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e pediu para se reunir com líderes muçulmanos em uma mesquita no sul da Califórnia. Ele expressou preocupação com a discriminação que muitos muçulmanos e suas famílias estavam enfrentando. Ele os fez saber que o povo LDS também teve que aprender a lidar com a dor da perseguição injusta e que ele, como um alemão, cresceu sendo injustamente perseguidos após a Segunda Guerra Mundial.

No jantar do Conselho Mundial dos Assuntos Internos, os líderes muçulmanos expressaram agradecimentos aos projetos humanitários da Igreja SUD em seus países de nascimento.

“Desde o pior terremoto que atingiu o Paquistão em 2005 até as mais recentes e desastrosas inundações, a Igreja Mórmon tem estado conosco ajudando as pessoas em nossas cidades e até mesmo em nossas aldeias mais remotas”, disse Aslam Saghir. “Viemos hoje aqui à noite para expressar os nossos agradecimentos.”

O líder do Conselho Shura do Sul da California, Shakeel Syed, disse: “A mensagem do Presidente Uchtdorf de respeito mútuo e amor entre a família humana ressoa com os meus valores islâmicos. Rezo para que os Muçulmanos e os Mórmons continuem a defender estes valores universais e os compartilhem com o mundo. Estamos sendo abençoados por trazer as nossas comunidades em conjunto.”

Muitas estacas no sul da Califórnia tiveram atividades conjuntas com seus vizinhos muçulmanos, fazendo projetos humanitários, jantares inter-religiosos, atividades juvenis e visitas a Mesquitas. Os membros SUD falaram favoravelmente de seus vizinhos muçulmanos nas câmaras municipais, e em reuniões inter-religiosas, à mídia e na Internet.

Manuais de treinamento para os novos missionários amplia a experiência do CTM

agosto 5, 2011 by  
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No início de agosto, a Igreja lançará manuais de treinamento adicional de 12 semanas para os missionários que acabaram de deixar o centro de treinamento missionário e se encontram atualmente no campo.
Richard Heaton, diretor do CTM de Provo, explicou que o novo treinamento para os missionários recém-chegados ao campo não é um programa novo, mas sim uma extensão do treinamento que os missionários recebem no CTM.
“O manual intitulado As primeiras 12 semanas ajudam os missionários mais experientes e seus novos companheiros a usar os recursos que mais necessitam do Pregar Meu Evangelho nas primeiras 12 semanas”, disse ele. “É um roteiro que ajuda a desenvolver todo o potencial e se tornar totalmente qualificado como servos do Senhor, tão rapidamente quanto possível”.
Os presidentes de missão estão começando imediatamente a apresentar e implementar o material de treinamento para os missionários em campo, que incluem três manuais e novos segmentos de vídeo para o estudo com o companheiro.
O manual Instruções para os Presidentes de Missão aconselha os presidentes de como implementar os novos materiais de formação de novos missionários. Conforme o tempo e distancia permitirem, os presidentes de missão vão treinar os missionários durante cada transferência antes de encontrarem seus novos companheiros missionários. Então, os presidentes de missão deverão treinar os novos missionários com seus treinadores.
Este folheto enfatiza a diferença entre a formação recebida no CTM e a formação que acontecerá no campo: “A formação do CTM se concentra em fornecer aos missionários muitas oportunidades para ensinar. … As primeiras 12 semanas no campo focará sobre a doutrina das lições missionárias do capítulo 3 [do Pregar Meu Evangelho]. ”
No entanto, o treinamento em campo tem o objetivo de unir a formação recebida no CTM e a formação recebida no campo em uma continuação de aulas e de aprendizagem.
“Os missionários iam para o campo e seus companheiros diziam: ‘Esqueça tudo aquilo. Assim é como nós fazemos aqui”, disse Tracy Watson, diretor de proselitismo para o Departamento Missionário da Igreja. “O treinamento no campo para novos missionários fornece uma fundação que os ajudará a ensinar um novo missionário com poder e contribuir muito mais cedo para o esforço global de maneira significativa”.
O manual de quatro paginas intitulado Instruções para treinadores começa com este recado: “A responsabilidade de treinar um novo missionário é um dever sagrado de seu presidente de missão e do Senhor. O primeiro companheiro missionário tem uma influência profunda e duradoura sobre o desenvolvimento das atitudes, hábitos e capacidade do missionário de cumprir o seu propósito”.
Cada treinador irá receber uma cópia do manual, que dá dicas e orientações de como ser um exemplo positivo sobre o estudo e o proselitismo em conjunto, a formação do novo missionário, inclui o estudo adicional de duração de 60 minutos com o companheiro nas primeiras 12 semanas, o estudo pessoal, e o estudo da língua. É esperado que os novos missionários e seus treinadores treinem juntos diariamente, explicando, demonstrando, praticando, avaliando e praticando de novo os princípios do Pregar Meu Evangelho.
Nos testes pilotos em seis missões nos Estados Unidos, o irmão Heaton disse: o Departamento Missionário ficou encorajado pela maneira que os novos missionários prontamente aceitaram o desafio de dar um passo avante.
“Nós vimos novos missionários se sentindo muito mais engajados e envolvidos no progresso espiritual de seus investigadores do que jamais vimos antes”, disse ele. “Os vimos estudar de forma mais eficaz e obtendo muito mais do Pregar Meu Evangelho do que haviam feito no passado. Seu nível de conforto em participar e sua maior disponibilidade em assumir a liderança”.
Nesses testes pilotos, muitos companheiros mais velhos, comentaram que seu novo companheiro missionário estava progredindo muito mais rapidamente do que eles (os companheiros mais velhos) progrediram quando eram mais novos.
As primeiras 12 semanas para novos missionários e treinadores é o terceiro manual do novo programa e é fornecido a cada novo missionário e ao seu treinador.
Ele inicia desafiando o novo missionário. “Você continuará a construir sobre a base estabelecida no CTM ao compreender e viver todos os princípios do trabalho missionário encontrados no Pregar Meu Evangelho”, lê-se. “Se esforce para tornar-se o tipo de missionário que poderia, se chamado, treinar um novo missionário até o final das primeiras 12 semanas no campo”.
Para as primeiras 12 semanas, os novos missionários e seus treinadores seguem um cronograma de estudo sugerido pelo manual, que lista quais seções e tópicos devem ser estudados no Pregar Meu Evangelho. Ele também fornece sugestões sobre como os novos missionários podem aplicar o que estão aprendendo no trabalho de proselitismo.
Irmão Watson já testemunhou o sucesso obtido pelos novos materiais de treinamento em campo e disse que eles estão mudando a cultura das missões de uma forma significativa e positiva.
“Vi um novo missionário em seu primeiro dia em sua primeira lição participar no ensino de tal forma que surtia um profundo efeito sobre o investigador que mais tarde foi batizado”, disse ele. “Vimos também que essa abordagem tem o potencial de elevar o trabalho de todos os missionários. Os novos missionários eram professores muito melhores do que aqueles que não haviam recebido o treinamento antes, eles se ajustarão mais rapidamente à vida missionaria e foram mais capazes de participar muito mais cedo nas atribuições de liderança”.
O manual centra-se em oito dos “Fundamentos do Pregar Meu Evangelho: Ensinando de forma mais eficaz”:
A Doutrina de Cristo – O Propósito Missionário
O papel do Espírito Santo na Conversão
Revelação através da Oração
Revelação através do Livro de Mórmon
Revelação através da Frequência a Igreja
Ensinar Pessoas, e não dar Aulas
Nós os convidamos, Eles se Comprometem, Nós os Acompanhamos.
Como Começar a Ensinar

As primeiras 12 semanas para novos missionários e treinadores também inclui designações para assistir os segmentos de vídeo do estudo com o companheiro a partir de um DVD que o acompanha. “Usando o DVDs do Pregar Meu Evangelho como parte integrante do treinamento em campo para novos missionários”, é uma carta do Departamento Missionário que diz o seguinte: “Tocadores de DVD portáteis estão sendo enviadas para cada missão entre o início de junho e meados de agosto de 2011. Cada missão vai receber um leitor de DVD portátil para cada dupla”.
Em agosto, o programa será lançado em Inglês, Espanhol e Português. Outras línguas em breve estarão disponíveis.
“Isso programa de treinamento no campo está ajudando os materiais de estudo missionário tornam-se mais completos, somando-se ao treinamento que acontece no CTM e da formação que ocorre no campo:” Irmão Heaton enfatizou: “À medida que novos missionários se engajarem nesse processo, eles vão estar mais confortáveis em buscar, reconhecer e agir de acordo com a inspiração do Espírito Santo mais cedo”.
Irmão Watson o vê como um cumprimento da promessa do Senhor em “apressar [Seu] trabalho a seu tempo” (DeC 88:73): “Não há dúvida que esta mudança tem um grande potencial para atingir esse objetivo. Acredito que veremos mais convertidos vindo à Igreja por causa deste treinamento e experiência de aprendizagem”.

Kristine Frederickson: O poder do Livro de Mórmon no Brasil

agosto 5, 2011 by  
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Um e-mail recente de uma missionária no Brasil me fez lembrar da presença mundial do evangelho de Jesus Cristo e sua expansão em muitos lugares ao redor do mundo.

Eu estava novamente ciente de que nunca poderemos realmente saber quem vai ou não vai abraçar o evangelho de Jesus Cristo, e do amor que o Salvador tem para cada e todo o indivíduo que já viveu ou vai viver na Terra. O e-mail ilustrou o poder que vem quando o Espírito está conosco e testemunha o dinamismo inerente do Livro de Mórmon.

Sister W – na Missão Brasil Brasília – escreveu sobre fazer contatos em Brasília e encontrar uma mulher, Ana, que era “super anti-Mórmon“, tendo ouvido muitas falsidades sobre a igreja. Sister W e sua companheira pediram a Ana se poderiam ensiná-la para esclarecer os equívocos e no processo acabou conhecendo e ensinando seu irmão que morava perto.

O irmão ficou muito feliz com tudo o que ele aprendeu. Ele leu “, orou sobre o Livro de Mórmon, e foi praticamente convertido em uma noite.” Enquanto o preparavam para o batismo “voltaram para ensinar” sua irmã, temendo que Ana iria tentar dissuadi-lo de ser batizado por causa da crenças equivocadas que ela tinha a respeito da igreja.

A missionária descreveu, “Fomos com o propósito de apenas amolece-la para o batismo de seu irmão, mas quando chegamos lá e sentamos, o Espírito levou a lição por uma direção completamente diferente.” Juntas, elas leram passagens do Livro de Mórmon, embora Ana “anteriormente recusasse a (aceitar) que havia alguma chance de o Livro de Mórmon ser a palavra de Deus com a Bíblia.”

Enquanto que as primeiras passagens que leram era do Livro de Mórmon sobre fé, elas mudaram tópicos e começaram a “ler e explicar as escrituras da Bíblia, relacionando-a com uma passagem no Livro de Mórmon”, porque o Livro de Mórmon melhorava a compreensão do significado da passagem bíblica. A mulher começou a chorar e, dominada pela emoção, explicou que “esta foi uma resposta à sua oração.”

Ana estava passando por alguns problemas sérios, e uma ou duas noites antes, ela “abriu a sua Bíblia (e) leu uma escritura, mas não entendeu.” No entanto, ela explicou que as missionárias “foram explicando a coisa que ela não entendia. … No final ela não conseguia parar de nos agradecer.”

Ana disse às Sisters: “Por favor, continuem me ensinando. Prometo que estou prestando atenção agora. Eu sei que vocês duas foram enviadas por Deus aqui esta noite, e eu sei que o que você está me ensinando é verdade. O que mais eu posso ler no Livro de Mórmon? eu prometo que vou lê-lo. ”

As Sisters incentivaram Ana a ler Alma 32, o grande discurso de Alma sobre fé, e incapazes de ficar mais tempo, prometeram voltar no dia seguinte. Ela respondeu: “OK, está bem, mas que horas você virão? Você pode vir às 4:00 da tarde? Eu sei que isto é importante e eu não quero perder a sua visita, tudo bem às 4:00? Me desculpe mas quando eu vi você na minha porta eu não queria convidá-las a entrar, mas agora eu não vejo a hora de vocês voltarem. ”

As Sisters prometeram a Ana que retornariam e enquanto elas saíam ela falou, “Está bem, mas não se atrasem.”

A sister W terminou seu e-mail, “De qualquer forma, foi doce. O Livro de Mórmon é verdadeiro. Ele muda a nossa vida! Uma vez que nosso (presidente da missão) disse: ‘Nós não damos às pessoas o Livro de Mórmon para que eles leem algumas escrituras. É um dom de Deus para mudar a nossa (e outras) vidas. Leia, estude, reflita sobre viver seus princípios. “Amém presidente! ”

Se realmente amamos nossos semelhantes, se desejamos experimentar um mundo mais pacífico e amoroso, não esqueçamos o poder do Livro de Mórmon e as maravilhosas mudanças que ocorrem na vida quando aproveitamos a oportunidade de compartilhar com os outros – em Brasília , Brasil, em Ulaanbaatar, Mongólia, em Dresden, na Alemanha, em Kyoto, no Japão, em Bangalore, Índia; em lugares ao redor do mundo – as palavras de vida e nosso testemunho do evangelho de Jesus Cristo.

A Igreja SUD Anuncia Que “Espera” Construir um Novo Templo na França

julho 18, 2011 by  
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Em 2004, o Presidente Gordon B. Hinckley visitou os Santos dos Últimos Dias na França como parte de uma visita de 10 dias a Europa durante a qual o Templo de Copenhagen na Dinamarca foi dedicado. Ao se reunir com os santos franceses em Paris, Pres. Hinckley disse que eles eram “dignos das mais ricas bênçãos da Igreja” de acordo com uma matéria publicada pelo jornal Church News.

“Eu gostaria de poder anunciar que nós teremos um templo aqui, porém de acordo com o meu julgamento, não temos ainda um local adequado para construí-lo”, disse o Presidente Hinckley. “Então, vamos continuar procurando. Eu não sei quando ele será construído, mas estou confiante de que teremos um templo para o povo de língua francesa da igreja em algum momento no futuro”.

“E assim, meus irmãos e irmãs, peço-lhes que continuem a ser pacientes”, continuou ele. “Em algum momento no futuro, uma bela casa do Senhor, agraciará esta terra.”

“Em algum momento no futuro” está mais perto agora.

Quebrando a tradição dos últimos anos, O Presidente da Igreja SUD Thomas S. Monson anunciou nos últimos dias que a Igreja “espera” construir o seu primeiro templo na França em uma propriedade nos arredores de Paris.

“Normalmente, novos templos são anunciados pelo presidente da igreja em uma das conferências gerais, após aprovações do governo local e a aquisição da propriedade onde o templo será construído”, disseram os oficiais da igreja em uma declaração. “Embora o processo de aprovação para a construção do templo pelas autoridades locais ainda não esteja concluído os jornais franceses já estão divulgando que a igreja planeja construí-lo em Le Chesnay, perto de Versalhes, e isso acabou levando ao seu anúncio pela igreja”.

O porta-voz da igreja Scott Trotter disse que a Igreja vem trabalhando há muitos meses com as autoridades locais.

“Houve várias tentativas anteriores de encontrar um local adequado para um templo na França, mas nenhum foi finalizado”, disse Trotter. “Os membros franceses da igreja que desejam frequentar um templo costumam viajar para os países europeus vizinhos”.

Trotter assegurou que mais detalhes sobre o novo templo serão apresentados assim que estiverem disponíveis.

O anúncio há muito aguardado de um templo é apenas o mais recente desenvolvimento na história da Igreja SUD nos seus 162 anos na França. Embora não haja referência anterior ao envio de missionários para a França, a primeira missão da Igreja SUD foi organizada em 1849. Como foi o caso em tantas missões europeias, os primeiros missionários mórmons enfrentaram certa resistência, e o crescimento da igreja foi lento. Em certo ponto a missão foi fechada por várias décadas, e não foi reaberta até 1912.

Um capítulo único da história da Igreja SUD na França foi o chamado de “Missão de Artes de Paris”. Em 1890, cinco jovens artistas – John Hafen, Lorus Pratt, John B. Fairbanks, Edwin Evans e Herman Haag – foram chamados como “missionários de arte” e enviados para estudar na Academia Julian, em Paris, onde aperfeiçoaram suas habilidades em preparação para a pintura dos vastos murais do Templo de Lago Salgado. Esse esforço “missionário” foi muito bem sucedido.

O crescimento da igreja na França aumentou significativamente após a Segunda Guerra Mundial. A primeira estaca na França foi organizada em Paris em 1975. Vinte e um anos mais tarde, mais de 28.000 membros da igreja na França foram divididos em sete estacas. Hoje, existem mais de 35.000 Santos dos Últimos Dias na França em nove estacas, 57 alas, 54 ramos, dois distritos e duas missões.

E agora, num futuro muito próximo, haverá um templo para servir a todos.

Estátuas do Anjo Morôni no Topo dos Templos Mórmons São Mais que Decoração

julho 14, 2011 by  
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Milhares de espectadores assistiram animados em 12 de julho de 2011 como os trabalhadores içaram suavemente a estátua do anjo Morôni folheada a ouro, no topo da torre leste do Templo da Cidade de Brigham City em Utah, atualmente em construção.

A estátua do anjo Morôni começa sua ascensão ao topo do Templo da Cidade de Brigham City em Utah, em 12 de julho de 2011 Legenda © 2011 Intellectual Reserve, Inc. Todos os direitos reservados Colocação do anjo Morôni é um dos destaques visíveis do início do período de construção de um Templo.Não há nenhuma cerimônia formal ligada a colocação da estátua.

Estima-se que 5 mil pessoas testemunharam a estátua do anjo Morôni sendo hasteada no topo do Templo da Cidade de Brigham City em Utah 12 de julho de 2011 Legenda © 2011 Intellectual Reserve, Inc. Todos os direitos reservados Embora não seja necessário, este ícone de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias fica no alto da maioria dos 134 Templos em todo o mundo.

Um guindaste de grande porte lentamente levantou a estátua do anjo Morôni ao seu lugar de descanso no topo do Templo da Cidade de Brigham City em Utah em 12 de julho de 2011 Legenda © 2011 Intellectual Reserve, Inc. Todos os direitos reservados A estátua de Morôni não é uma figura de culto, mas sim de respeito por seu papel na Restauração do evangelho de Jesus Cristo. Morôni foi uma pessoa real, um antigo profeta do Livro de Mórmon, que revelou a localização das placas de ouro para o jovem Joseph Smith em 1823, a partir da qual o livro sagrado das escrituras foi traduzido.

Trabalhadores da construção civil em uma cesta de ajudam a colocar o Anjo Morôni no lugar sobre o Templo da Cidade Brigham City em Utah em 12 de julho de 2011 Legenda © 2011 Intellectual Reserve, Inc. Todos os direitos reservados Com o Trombeta pressionada aos seus lábios e sua mão direita segurando a trombeta estendida, a estátua de Morôni simboliza a restauração e a pregação do evangelho ao mundo.

Espectadores olham fixamente no progresso da ascensão da estátua do anjo Moroni no topo da torre do Templo da Cidade de Brigham City Utah em 12 de julho de 2011 Legenda © 2011 Intellectual Reserve, Inc. Todos os direitos reservados Os santos dos Últimos Dias acreditam que Joseph Smith restaurou a igreja original estabelecida por Jesus Cristo antigamente.

Instaladores trabalham em uma cesta para garantir que a estátua do Anjo Moroni fique presa no topo da torre leste do Templo da Cidade de Brigham City em Utah em 12 de julho de 2011 Legenda © 2011 Intellectual Reserve, Inc. Todos os direitos reservados Em 1820, Joseph Smith disse que teve uma visão onde viu Deus o Pai e seu Filho Jesus Cristo. Foi essa experiência que levou Joseph Smith a iniciar a restauração da igreja primitiva de Cristo.

A estátua do Anjo Moroni está lentamente sendo levantada no topo da torre leste do Templo da Cidade de Brigham City em Utah em 12 de julho de 2011 Legenda © 2011 Intellectual Reserve, Inc. Todos os direitos reservados A maioria das estátuas do anjo Morôni são padronizadas conforme a que está sobre o Templo de Salt Lake, que foi concluída em 1893.

Uma aproximação da estátua do Anjo Morôni a caminho do topo do Templo da Cidade de Brigham City em Utah. Legenda © 2011 Intellectual Reserve, Inc. Todos os direitos reservados O escultor da estátua, Cyrus E. Dallin, que não era membro da religião Mórmon, escreveu que trabalhar no projeto “trouxe-me mais perto de Deus do que qualquer coisa que já fiz. Pareceu-me que eu vim saber o que significa comungar com os anjos do céu.”

Pressão dos Colegas

julho 5, 2011 by  
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Imagine a cena: Alma e Amuleque, humildes servos de Deus, cercado por antagonismo em uma cidade corrupta como a que eles enfrentaram com Zeezrom.

Zeezrom é um orador para os adversários se curvarem diante de depreciaçoes.

Podemos imaginar risos desdenhosos, semblantes superiores e olhares altivos.

Em seguida, começa as palavras arrogantes do grande porta-voz.

“Vocês me responderão as perguntas que eu fizer a vós?”

Você quase pode ouvir Zeezrom ouvir a si mesmo tanto como falar para Alma e Amuleque – baixando a voz para desenfatizar palavras chaves – palavras que mudam de significado – e erguendo a voz para pegá-los em uma frase a medida que seus admirados comparsas esperam, vaias prontas a medida que fossem solicitadas em segundo  (Alma 11-12).

A experiência de Alma e Amuleque não é algo novo nas escrituras. De fato, um tema que aparece e é executado na totalidade dos escritos  Sagrados a medida que os justos enfrentam e superam o escárnio do mundo.

Antagonismo e ridicularização parecem estar entre as ferramentas favoritas do adversário. Muitos profetas anteriores experimentaram tal ridículo, assim como muitos dos últimos profetas e missionários.

Nesta troca, no entanto, Alma diz explicitamente por que Satanás cria tais situações, e como ele usa essas definições.

“Teu plano era um plano muito sutil, como a sutileza do diabo, para mentir e enganar este povo para que possas colocá-los contra nós, para nos insultarem e nos expulsar” (Alma 12:4, grifo do autor ).

Satanás muitas vezes desperta a pressão dos colegas em um esforço para silenciar e expulsar os mensageiros de Deus. O Faraó se usou-o contra Moisés, como fizeram os profetas de Baal contra Elias, Haman contra Mordecai, e de alguns caldeus na corte de Nabucodonosor para os adoradores de Diana em Éfeso.

E lembre-se da multidão zombando no sonho de Leí?

Exemplos dos poucos justos que enfrentam a grupos de escarnecedores são tão comuns que se pode dizer que o ridículo é uma das heranças dos fiéis.

E que aprender a transcender essa influência é uma das obrigações dos fiéis.

Durante Seu ministério mortal do Salvador frequentemente confrontava sarcasmo e zombaria. Invariavelmente Ele permaneceu no controle da situação e usou o assunto para defender seu ponto de vista.

Em uma ocasião, quando o “fariseus tinham ouvido dizer que [o Salvador] tinha silenciado os saduceus”, um deles, um advogado, perguntou ao Salvador uma pergunta “, tentando-o.”

“Mestre, qual é o grande mandamento na lei?” perguntou o advogado.

Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, e de toda a tua alma e de toda tua mente.

“Este é o primeiro e grande mandamento.

“E o segundo é semelhante a este: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

“Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”

A resposta do Salvador foi tão bem sucedida que “nenhum homem foi capaz de responder-lhe uma palavra, nem ousou alguém daquele dia em diante interrogá-lo mais” (Mateus 22: 34-46).

Infelizmente, às vezes as vozes intencionais de alguns são levantadas em oposição inadvertida.

No Livro de Mórmon está registrado que os filhos de Mosias lembram que alguns nefitas haviam “rido de nós com desprezo”, a medida que os irmãos se preparavam para ensinar o evangelho aos lamanitas (Alma 26:23).

Quando a situação é difícil, às vezes é melhor para os Santos manterem a paz “, não revidando contra os injuriadores” (Doutrina e Convênios 19:30).

Um dos mais fortes exemplos disso veio quando o Salvador enfrentou o cruel e perverso Herodes, o tetrarca, em seu julgamento, que foi em si uma expressão de antagonismo extremo.

Para Herodes, que professava a fé israelita e conhecia a lei e os profetas – cuja posição como rei da Galiléia deveria acolher o Messias prometido – Jesus recusou-se a dignificar sem uma única palavra.

Mas para Pilatos, procurador romano, o Salvador teve tempo para ensinar: “Tu dizes que eu sou um rei Para isso nasci e para isto vim ao mundo, para que eu devesse dar testemunho da verdade.. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz “(João 18:37).

Estes e outros exemplos permanecem vivos para nós hoje.

Seus ensinamentos sobre este assunto também permanecem em nossas mentes: “Não resistais ao mal. Mas se alguém te ferir na tua face direita, oferece-lhe também a outra …”

“Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem;

“Para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus. …”

“Porque, se amais os que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem os publicanos o mesmo?” (Mateus 5:39, 44, 46).

A medida que o tempo passa, vozes iradas parecem crescer mais altas.

Como Santos dos Últimos Dias, nestes tempos conturbados, nós temos que estar acima das vozes do ridícularização e antagonismo.

Devemos amar aqueles que desprendidamente nos usam, e encontrar momentos de ensino, sempre que possível.

Quem entre aqueles que seriam advesários está além da nossa amizade?

Quem está além de nosso interesse no ensino? Quem está além de nossa capacidade de amar?

Quem está fora do alcance do amor?

Quem está além dos limites da Expiação?

Lembre-se: “Uma resposta branda desvia o furor” (Provérbios 15:1).

E lembre-se Zeezrom, que uma vez foi uma voz adversária mais tarde se acalmou, se converteu e se tornou um grande força para o bem.

Os Nefitas até nomearam de uma cidade em sua homenagem.

O mormonismo de Jon Huntsman

junho 25, 2011 by  
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Jon Huntsman deve anunciar uma corrida para a presidência dos Estados Unidos em breve, fazendo dele o segundo Mórmon a anunciar sua candidatura para esta campanha. Mitt Romney é também membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, cujos membros são, por vezes apelidados de Mórmons. Esta ocorrência incomum tem levado alguns a se referir a este ano como o Momento Mórmon. Este artigo irá discutir o mormonismo de Huntsman, uma vez que é um blog religioso e não um blog político.

O mormonismo de Jon Huntsman remonta aos primeiros dias da religião. Seu antepassado, Parley P. Pratt, foi contemporâneo de Joseph Smith e de certa forma, o início da história de Pratt espelhou a de Joseph. Sua família, como a de Joseph Smith, eram agricultores trabalhadores, mas de alguma forma nunca tiveram sucesso. Como Joseph, seus pais não se juntaram a uma igreja, embora iam a muitas e Parley P. Pratt, mesmo quando criança, ficava intrigado com o número de tantas igrejas que afirmam ser a igreja de Deus. Com doze anos, ele começou a estudar as escrituras, procurando uma resposta. Ele se tornou Batista, quando tinha dezoito anos, mas não sentiu que tinha encontrado a verdadeira igreja ainda.

Após o casamento de Pratt, ele se tornou um seguidor de Sidney Rigdon, que era então um Campbelita. Rigdon trabalhou para restaurar ensinamentos do Novo Testamento, o que atraiu Pratt. No entanto, ele ainda sentia que não oferecia nenhum direito de autoridade para selecionar uma doutrina oficial. Em 1830, ele e sua esposa partiram para Nova Iorque para pregar o evangelho. No entanto, Pratt sentiu uma impressão de que Deus queria que ele deixasse o barco em Newark. Ele assim o fez e lá recebeu uma cópia do Livro de Mórmon. Ele foi cativado, lendo-o continuamente, sem sequer parar para se alimentar, e parando para dormir apenas quando fosse preciso. Quando ele terminou, ele havia recebido um testemunho de que era verdadeiro. Em seguida, ele viajou para Palmyra para conhecer Joseph Smith. No entanto, ele encontrou primeiro o irmão de Joseph, Hyrum, que o ensinou o evangelho. Ele sentiu que a peça que faltava em sua busca por autoridade tinha sido encontrada. Ele foi batizado e se tornou um líder Mórmon proeminente. Ele foi especialmente lembrado por suas habilidades impressionantes como missionário.

Pratt escreveu quase cinqüenta hinos que foram incluídos no primeiro hinário Mórmon, incluindo sete que ainda estão no hinário atual, bem como uma série de livros que foram best-sellers entre os Mórmons. Parley P. Pratt ficou conhecido como o Apóstolo Poeta.

Quando Joseph Smith foi assassinado, Pratt trabalhou para evitar que Sidney Rigdon reorganizasse a igreja antes que o corpo governante do Quórum dos Doze Apóstolos voltasse a Nauvoo. Seus esforços ajudaram Brigham Young a tomar o seu lugar de direito como presidente da Igreja. Pratt mais tarde se tornou um apóstolo Mórmon. Curiosamente, Mitt Romney também é descendente de Parley P. Pratt, tornando-os primos distantes.

Em tempos mais recentes, outro dos ancestrais de Jon Huntsman se tornou um apóstolo. O avô de Huntsman era David B. Haight. Mórmons são guiados por um profeta que também serve como o presidente da igreja. Ele tem dois conselheiros que formam o órgão máximo de governo e, juntos, os três são conhecidos como a Primeira Presidência. Seguindo a estrutura criada por Jesus Cristo, também há doze apóstolos que formam um quorum. Os apóstolos servem como testemunhas especiais de Jesus Cristo, a sua missão é testemunhar de Jesus enquanto viajam ao redor do mundo. Quando um profeta morre, a Primeira Presidência é dissolvida e os conselheiros retornam para o Quórum dos Doze Apóstolos. Eles são ordenados baseado em quanto tempo eles foram um apóstolo. O apóstolo sênior torna-se o novo profeta. Não há nenhum voto ou campanha. É uma maneira ordenada que permite que Deus claramente selecione o próximo profeta.

David B. Haight se tornou um apóstolo em outubro de 1976. Ele era conhecido por seu amor em servir e sua determinação em aprender a partir de qualquer responsabilidade que a ele fosse dada na igreja. Os Mórmons têm um ministério leigo, e de cada membro se espera aceitar atribuições de voluntariado. Estes são normalmente dados através de inspiração, e não pedidos, e as pessoas mudam de chamados (posições), muitas vezes, para que eles tenham muitas oportunidades de aprender novas habilidades e crescer. Notou-se que o Élder Haight, antes de se tornar um apóstolo, tinha servido como presidente de estaca (semelhante ao de liderar uma diocese católica) e depois serviu como presidente de missão, na Escócia, supervisionando centenas de missionários. No final dessas responsabilidades, ele acabou ensinando jovens adolescentes. Algumas pessoas podem ter considerado um rebaixamento, mas não há despromoções na Igreja Mórmon, apenas novas experiências. Sua esposa informou que ele estava tão feliz como tão ocupado aprendiendo naquela posição aparentemente menos importante como ele estava naquelas que poderiam ter mais prestígio aos olhos de alguns. Ele sabia que ajudar os adolescentes a desenvolverem a sua fé era muito importante.

Um exemplo da capacidade de liderança do Élder Haight é a maneira como ele lidou com um jovem missionário quando ele era o presidente de missão na Escócia. O jovem missionário queria ir para casa, sentindo que tinha sido um fracasso como missionário. Élder Haight disse que tinha decepcionado o jovem e queria saber exatamente o que estava errado dessa forma o Élder Haight poderia ajudar a por as coisas de volta nos trilhos. Depois de ouvir o missionário, disse ao jovem que havia uma mulher que havia pedido que os missionários fossem ensiná-la. Era uma área que nunca tinha tido missionários antes. Ele disse que estava enviando este jovem como companheiro sênior para treinar e trabalhar com um novo missionário. Eles foram ensinar esta mulher e encontrar outras pessoas para ensinar também. O missionário protestou dizendo que não poderia fazê-lo e que ele não era digno, mas o Élder Haight explicou que ele estava enviando este homem porque ele confiava completamente nele para abrir uma área nova. O missionário foi e fez jus às expectativas e confiança que ele tinha recebido.

Esta herança ilustre de liderança tem sido transmitida através da grande família Mórmon Huntsman. Seu próprio pai é um Setenta Autoridade de Área. Os setentas prestam serviço voluntário em uma área geográfica específica enquanto tem suas carreiras pessoais normalmente. O pai de Huntsman, apesar de um empresário rico e influente, é mais conhecido por ser um filantropo. Em 2000, a Forbes o listou como o sexto maior filantropo. Embora ele doe sua fortuna a várias causas, com o objetivo de morrer falido e ter dado a sua riqueza aos outros, seu foco especial é o Instituto do Câncer Huntsman na Universidade de Utah. Hustman é um sobrevivente do câncer. Pobreza, educação, e falta de moradia também são prioridades em seu trabalho de caridade.

Jon Huntsman tem uma herança formidável para se guiar. Sua própria vida tem sido de trabalho árduo e sucesso. Ele era um “Eagle Scout”, o posto mais alto no escoteiros dos Estados Unidos. Ele serviu uma missão para A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em Taiwan, onde ele aprendeu a falar o mandarim chinês padrão e um dialeto chamado de Hokkien Taiwanês. Na igreja, ele atuou em uma variedade de posições voluntárias, incluindo o trabalho com adolescentes, como fez seu avô.

Embora ele teve um começo um tanto lento, tendo abandonado a escola para estar em uma banda de hard rock, como tantos outros adolescentes, mais tarde ele obteve sua qualificação e foi para a faculdade na Universidade de Utah. Ele é graduado em Política Internacional pela Universidade da Pensilvânia. Ele serviu sob quatro presidentes dos EUA nos partidos principais. Ele foi um assistente de equipe da Casa Branca com Ronald Reagan, e um Secretário Adjunto de Comércio e um Embaixador dos Estados Unidos em Singapura com George H.W. Bush. Nessa posição, ele foi o embaixador mais novo dos EUA em um século. Ele serviu com George W. Bush como Vice-Representante de Comércio dos Estados Unidos. Recentemente, ele renunciou ao cargo de embaixador na China com o presidente Barack Obama. Ele também atuou como o governador de Utah.

Cuidadodos estudiosos de ambos os candidatos Mórmon vão notar que, embora ambos sejam membros praticantes da sua religião Mórmon, eles possuem visões diferentes sobre muitos temas políticos, incluindo alguns em que a Igreja se pronunciou. A Igreja Mórmon é politicamente neutra na medida em que não endossa candidatos, mesmo quando os candidatos sejam membros da Igreja. Nem endossam os partidos políticos, tendo deixado claro que a postura da Igreja sobre os diversos temas políticos não se alinham com qualquer uma das partes. Eles, no entanto, se pronunciam sobre questões que são território natural da religião, mas não ditam aos líderes políticos, mesmo se eles são mórmons.

“Os candidatos eleitos que são Santos dos Últimos Dias tomam suas próprias decisões e podem não necessariamente estar de acordo uns com os outros ou mesmo com uma posição que a Igreja declarou publicamente. Enquanto a Igreja pode comunicar as suas opiniões a eles, como pode a qualquer outro candiadto eleito, a igreja reconhece que esses candidatos ainda devem fazer suas próprias escolhas com base em seu melhor juízo e com a consideração do eleitorado a quem eles foram eleitos para representar “(Ver A neutralidade política, LDS.org).

Primeira Estaca SUD na Rússia é Organizada

junho 11, 2011 by  
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MOSCOU – A primeira estaca da Igreja SUD na Rússia – é a segunda na antiga União Soviética – foi criada Domingo.

Élder Russell M. Nelson de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Quorum dos Doze Apóstolos, organizou a Estaca Moscou Rússia em uma reunião que participaram mais de 1.100 pessoas no auditório do Plaza Moscou Amber.

Uma estaca Mórmon é uma unidade geográfica organizativa e administrativa composta de congregações locais chamadas alas e ramos. Com uma estaca parecida com o que outras religiões chamam de diocese, a Igreja SUD tem 2.926 estacas a nível mundial.

A Igreja Mórmon tem mais de 21.000 membros na Rússia espalhados em 116 congregações no país.

A Estaca Moscow Rússia contém seis Alas e três Ramos. A nova presidência da estaca inclui Yakov Mikhaylovich Boyko como presidente, Vladimir Nikolaivich Astashov como primeiro conselheiro e Viktor Mikhaylovich Kremenchuk como segundo conselheiro, com Vyacheslav Viktorovich Protopopov como patriarca da estaca.

A primeira estaca na antiga União Soviética foi criada na Ucrânia quase exatos sete anos antes, com Élder Nelson organizando a Estaca Kyiv Ucrânia em 30 de maio de 2004.

O Templo de Kyiv Ucrânia – o primeiro templo Mórmon na antiga União Soviética – foi dedicado em agosto de 2010 pelo Presidente Thomas S. Monson da Igreja SUD.

Os primeiros líderes da Igreja SUD se esqueceram da Rússia. Em 1843, Joseph Smith nomeou Orson Hyde e George J. Adams para se prepararem para uma missão nunca cumprida ao “vasto império”da Rússia, a qual “é anexado algumas das coisas mais importantes relativas ao progresso e à construção do reino de Deus nos últimos dias. ”

Os primeiros conversos Mórmons na Rússia foram Johan e Alma Lindelof, batizados no  rio Neva em São Petersburgo em junho de 1895, muitos anos depois de Lindelof ouvir o evangelho em sua nativa Finlândia, casou, mudou-se para a Rússia, trabalhou como ourives e pediu a Missão Escandinava da igreja.

Outros missionários ocasionalmente visitavam os Lindelofs ao longo dos anos, com Elder Francis M. Lyman do Quorum dos Doze da igreja oferecendo orações dedicatórias em 1903 em St. Petersburgo e Moscou. Após a Revolução Bolchevique de 1917, os ricos Lindelofs foram perseguidos e exilados para campos de trabalho ou deportados para a Finlândia.

Alguns russos da era soviética se converteram à fé Mórmon fora da sua pátria. Não foi até o final dos anos 1980 que o Élder Nelson dos Doze e Élder Hans B. Ringger do Quórum dos Setenta fizeram visitas histórica aos líderes da União Soviética, com o Ramo Leninegrado (São Petersburgo) criado em 1990, a igreja receber reconhecimento inicial, em 1991.

Em maio de 1998, a Igreja SUD foi formalmente reconhecida pelo Ministério da Justiça da Federação Russa como uma organização religiosa centralizada.

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